MIRRA
Bom tudo começou quando ela nasceu. A mãe dela, que é uma gata minha que fugiu pouco tempo depois, não curtia muito ela, porque ao contrário dos outros filhotes, ela era preta, fraquinha e quase sem pelo, parecia um ratinho.
A mãe não cuidava dela, isolava ela isolada num canto pq achava que não ia vingar. Mas eu acreditei e comecei a cuidar. E de tanto chamar ela de mirrada, o nome ficou Mirra.
Quando os filhotes fizeram dois meses, eu resolvi doá-los, pois não podia ficar com todos. Os irmãos dela achei dono rapidinho, mas ela ninguém queria, diziam que era feia. Aí fiquei com dó e decidi ficar com ela.
Eu diria que fui uma das melhores escolhas que fiz, porque hoje ela é linda demais e muito carinhosa. Todos que vem aqui em casa, se impressionam com ela. É uma super companheira, é tão grudada comigo que às vezes até me tira do sério, não posso nem tomar banho em paz, ela tem que entrar junto e ficar lá paradinha como uma estátua.
Hoje a Mirra está com dois anos. Vê a fotinho dela do antes e depois
Roberta Steganha
Bauru-SP
Quando me casei eu pedi um presente de casamento, foi aí que ganhei a Zeldinha, uma Yorkishire que é um amor, ela dorme comigo, só fica no colinho e só falta falar.
Um mês depois de ganhar a Zeldinha eu fui comprar um filhote para dar
de presente à um amigo, que seria a Polakinha,mas como comprei o
presente antecipado tive que cuidar dela durante uma semana, aí não
consegui mais me separar dela. Eu a levei até a cidade de meu amigo mas
chegando lá comprei um jornal para ver se encontrava um cachorrinho parecido para colocar no lugar, por sorte eu encontrei um filhotinho igualzinho a ela, e enfim a Polakinha voltou para minha casa. As duas nos dão muitas alegrias e conquistaram à todos de nossa família.
Juliana Ferreira
Bauru-SP
Meu nome é Max. Tenho 3 aninhos e nasci na casa de uma família muito pobre, aqui em Bauru. Um dia, minha mamãe foi visitar esta família e eu tinha só 2 meses de idade. Eu gostei dela. Só que de repente ela foi embora. Fiquei triste, minha mamãe-cachorra não me dava mais de mamar e as pessoas da casa me davam os restos dos pratos das crianças. Minha barriguinha encheu de bichinhos e outros bichinhos grudaram em mim. Um dia, alguém da casa me entregou pra minha mamãe. Fiquei meio assustado porque ela me colocou numa caixa e me levou pra uma clínica veterinária, onde uma moça me apalpou, me deu remédio, tirou um monte de bichinhos das minhas orelhinhas e do meu corpinho, me deu injeção e pôs um remédio na minha nuquinha. Naquela noite eu não dormi, chorei muito. Só parava de chorar, quando minha mamãe sentava ali, perto da minha caminha nova e ficava fazendo carinho. Os dias foram passando e eu comecei a gostar muito daquela casa e da minha nova mamãe. Também, pudera, era só carinho e cuidados o tempo todo. Eu tenho um super papaizão, que me leva pra passear todos os dias. Durmo na minha caminha do lado da camona deles, tenho o meu lugar no sofá bem pertinho deles. Queria que todos os cachorrinhos do mundo tivessem uma vida como a minha. Não são todos que nascem pra ter um destino tão feliz.
Lilian Cury Verge
Bauru-SP
Oi pessoal...
Prazer em conhecê-los ! Sou a “PEQUENA”. Uma cachorrinha esperta e “elétrica”.
Fui adotada numa situação um tanto diferente...
Era muito pequenina (tinha cerca de 1 mês) quando fui vista mas mãos de um bêbado no centro da cidade. Foi imediata a reação da minha dona: fui “comprada” por R$ 1,50 (valor este que o bêbado, com certeza, ia utilizar na aquisição de alguma bebida alcoólica).
Tenho vários irmãos (cães e gatos). Sou muito feliz e grata por hoje ter esta família !
Fátima Schroeder, Presidente da ONG Naturae Vitae
Bauru - SP
Meu nome é Dimmy, sou um poodle toy ainda criança, adoro brincar e tenho muita energia!
Cresci em uma casa onde ninguém me dava atenção, carinho e cuidados básicos, até que meus vizinhos revoltaram-se com minha situação precária e denunciaram os maus tratos pelos quais eu era submetido; sendo assim, fui resgatado pelo CCZ e no mesmo dia minha nova mãe foi me buscar. Percebi em seu olhar que ficou com pena quando me viu, pois eu estava assustado, muito sujo, com as unhas compridas e com uma quantidade absurda de crosta ao redor dos olhos, causada por epífora (mancha de lágrima).
Imediatamente ao chegar na minha nova casa senti um enorme alívio ao tomar meu primeiro banho e ter meus olhos limpinhos; em seguida fui ao veterinário para ser vacinado e vermifugado.
Agora eu durmo na cama, tenho cobertores, cestinha com brinquedos, colar, roupinha e até minha própria escova de dentes. Minha alimentação melhorou muito e já engordei um pouco. Aos finais de semana passeio com meus irmãos e recebemos muitos olhares de todos na rua.
Hoje tenho uma vida maravilhosa, minhas mamães me amam e tenho mais três irmãozinhos, todos poodles, que também me adoram.
Faz dois meses que estou aqui e posso dizer que agora sou um poodle realmente feliz.Claudia Ceron Alcazar
Bauru – SP
Uma dachshund nascida em 21 de Junho de 2005. Viveu seis meses em Bauru, quando veio passar as férias de final de ano em nosso lar aqui em Rio Claro. Nunca tivemos uma cachorrinha, com ela aprendemos como conviver, ocupando, cada vez mais, nosso espaço.
Dia a dia, foi nos conquistando com sua maneira de agir em diversas situações. Não cansamos de nos surpreender com ela.
Desde seus latidos, às vezes bravos, como quando percebe pessoas que não reconhece ou algo diferente no quintal, parecendo querer mostrar que o espaço é só dela.
Consegue também ser tão dócil com quem demonstra carinho e atenção à ela. É muito especial e diferente quando quer alguma coisa:
- consegue ficar sentada ereta, principalmente quando quer comer o “bifinho” que tanto gosta;
- senta também para chamar atenção para si;
Realmente nos surpreendeu e surpreende, conseguindo que gostemos dela cada dia mais.
Edna T. Lazaroni Apolinario
Rio Claro – SP
Coloque o seu bichinho de estimação na nossa página!
Você pode mostrar fotos e contar uma história sua com seu animalzinho.
Envie um texto sobre o seu bichinho e uma foto com boa resolução para contato@naturaevitae.org.br, no assunto coloque “Minha história”. (DESTACAR “MINHA HISTÓRIA”).